domingo, 26 de dezembro de 2010

Fashion jeans




Jeans não é tudo de bom? Moderno, simples e chique ao mesmo tempo. A modelo da foto é minha irmã Dalila (cujo nome eu escolhi, isso mesmo, ao assistir ao filme sobre a história bíblica).

DICAS DA ÉRIKA (com base em pesquisas de tendências) para arrasar com JEANS:

* Tenha um kit jeans básico no seu guarda-roupa: calça + bermuda/short + casaquinho. A calça é perfeita para quase todo tipo de ocasião: com regata e rasteirinha para a informalidade do dia a dia; com uma blusa mais fashion e salto para a balada. Já que o Brasil é um país quente, a bermuda ou short é ótima opção para substituir a calça, em especial no período da tarde. E, como o tempo é imprevisível (ou você pode entrar em um ambiente com ar-condicionado), leve um casaquinho jeans, que combina com tudo.

* Ao escolher seu jeans, saiba que as cinturas um pouco mais altas estão na moda, especialmente em cigarretes e shorts.

* Você faz seu estilo: o jeans pode ser liso, em tons claros ou escuros, ou em lavagens manchadas. Apesar de a moda estar bem democrática, os modelos rasgados e cheios de detalhes não combinam com ocasiões mais formais, ok? (aliás, embora jeans seja tudo de bom, não é a opção mais recomendada para certas ocasiões, como casamentos, que pedem um visual mais requintado).

* Que tal se inspirar na tendência country romântica, que mistura jeans com
estampas delicadas, como as florais? (o jeans + cachecol da Dalila está nessa onda)

* Personalize seu jeans! Se você tem o dom de customizar, aplique renda em uma blusinha; ou laços e botões em uma bolsa. Vai ficar uma peça única! Bem, eu tenho a ideia, mas não tenho coordenação (nem paciência) alguma para linha e agulha...

* Usar a barra virada, em alguns casos, fica estiloso, principalmente quando a calça é justinha. Mas não é interessante fazer isso com modelos mais largos.

* Mistura fina: não só de calça vive o mundo jeans. Experimente um vestidinho! Vale quebrar o visual com um bolero de tecido diferente (como fiz na foto alguns posts abaixo). Ou fazer o contrário: usar um vestido ou macaquinho estampado e complementar com uma jaqueta jeans. Aposte na mesma jogada para os acessórios: se o look for inteiro em jeans, quebre com um cinto colorido. Ou vice-versa: acessórios jeans trazem estilo a um look estampado.

Ondas e lisos


A minha irmã Dalila nasceu com lindos cabelos lisos. E eu com cachos ondulados - que, costumeiramente, amanhecem rebeldes, mas são uma graça. Às vezes, faço escova para mudar um pouco e ganho um ar mais clássico. Gosto. Mas, quer saber? Amo demais as minhas ondas e não tenho a menor intenção de domá-las com químicas destrutivas. Ao ver meus cabelos escovados, já houve quem me dissesse: "Nossa, você fica bem melhor assim" ou variações dessa frase. Não é exatamente um elogio, não?
Acho mesmo é que a natureza sabe o que faz. Que minhas ondinhas combinam comigo, com meu espírito livre; que o liso clássico e naturalíssimo da minha irmã (desejado por 9 entre 10 mulheres) é o jeitinho dela. Duas belezas diferentes - e espero que não enxerguem arrogância em meu despudor de me definir como "bela". É autoestima.

Preto básico


Olha as duas irmãs aqui em estilo preto básico festa.

E, abaixo, o mesmo preto num estilo diferente.


E um segredinho: este mesmo pretinho esteve por baixo de minha beca de formatura. Considerando que faz pouco mais de 10 anos, um orgulho entrar dentro dele, não? Old is fashion.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Moda Natal 2010



Neste Natal, estou fã do meu Cavalera com estampa assim meio cobra. Top por baixo. E não é que consegui algo para combinar com minha sandália vermelha da Via Uno? Não sou adepta do salto no dia a dia, mas é Natal, então vamos com algo especial...


Créditos:
Vestido Cavalera (Gaby Sampaio/Bauru Shopping)
Sandálias Via Uno
Top Lupo

domingo, 7 de novembro de 2010

Mulheres, perfumes e fases


Já que estamos falando em Coco Chanel, vale registrar que ela foi a primeira estilista a ter um perfume com seu próprio nome, o famoso Chanel Nº 5.

A fragrância foi criada em 1921 por Ernest Beaux, famoso perfumista da época, a pedido de Chanel, que queria "um perfume de mulher com cheiro de mulher". O perfume reúne mais de 65 substâncias, entre elas rosas, jasmins de Grasse, flores raras do oriente, sândalo e a luxuosa essência do pau-rosa, árvore tropical ameaçada de extinção que, por sua fragrância, encantou os europeus desde o século XVIII.

É o perfume mais vendido no mundo em quatidade de países (140 países) e ganhou esse nome porque, de dez amostras, Chanel escolheu a quinta. Entre outras coisas, foi imortalizado pela frase de Marilyn Monroe: "durmo apenas com duas gotas do Chanel Nº 5".

E, por falar em perfumes, mulheres tem fases. Fase de roupas, fase de sapatos, fase de chocolates... (um amigo perguntaria: e por que nunca a fase da maçã?). E eu estou na fase dos perfumes, femininos e masculinos (estes últimos para meu marido).

Gostava (e gosto) do Laguna (Salvador Dali), mas estou num caso de amor com Femme de Mont Blanc (que, diferente das vendedoras, eu pronuncio "fãme", já que estudei francês). Também quis um Carolina Herrera 212 (escolhi o Sexy, floral refrescante, descrito como sendo "para a mulher moderna, que vive intensamente cada momento de sua vida"), já que tenho óculos de grau para descanso com o mesmo nome (escolhi pelo modelo e cor, e acho engraçado ter óculos com nome de perfume). Estou paquerando o J'adore de Dior, mas perfumes têm data de validade e nem posso me emperfumar tanto (alergias atacam). E o vidro de Glamour Secrets de O Boticário é tão lindo!

Para o marido, testei (nele, rss...) alguns masculinos e elegi como preferido o Individuel de Mont Blanc. Também é ótimo o Lacoste Essential, voltado, segundo a marca, ao homem "de espírito clássico e elegante, harmonizado com a paixão pela vida esportiva".

Sim, as propagandas de perfumes são divinas e influenciam essa vontade!
E tem que ser original. Uma vez até já adquiri "genérico", mas não é a mesma coisa. Consegue-se reproduzir o cheiro, mas não a fixação. E não tem o mesmo glamour do frasco.

Preciso mesmo ir à França. Análise do Discurso Francesa, Maingueneau e Alice Krieg-Planque, Torre Eiffel, Louvre, Maison de Chanel...


Meu mundinho perfumado

Vai parecer que o post é patrocinado. Mas não é. Apenas coisinhas e cheirinhos que me encantam. Aroma também é estilo.

Brincando de estilo



Minha mãe achou a minha cara esse vestido jeans da Riachuelo, então, resolvi passar lá e adquirir. Gostei dos babados assim meio retrô. Misturei com o casaquinho palha Espaço Fashion (Gaby Sampaio) e, na cintura, um lenço que ganhei da minha sogra há bastante tempo. Não sei se agrada a gregos e troianos (o que agrada?), mas a mim agradou.
Adoro ter um tempinho para escolher as peças, coisa muito rara nos dias de semana.

Abaixo, o mesmo jeans com outros acessórios.

A flor Camélia


Na França do início do século XX, como ensina a professora Elzinha, a camélia era símbolo de um pessoal nada convencional: atrizes, cantoras, dançarinas de cabaret e, sobretudo, prostitutas. E como Coco Chanel nada tinha de convencional, identificava-se com essa flor, gostando de se enfeitar com ela.
A flor - originalmente confeccionada em organza branca - aparece, então, como um adorno característico da grife da estilista, geralmente em forma de broche. Vem sendo repaginada ao longo das décadas e se tornou um dos símbolos da grife, presente em acessórios, roupas e até nas embalagens de presente da maison.
Ou seja, o que era coisa de "gente baixa" se tornou artigo de luxo. Inclusive, a marca Chanel possui agora uma pequena linha de joias chamada Coleção Camélia.

E lá estamos nós confeccionando uma flor camélia no curso. Bem, na verdade, eu que mal pego em linha e agulha, vou fazendo a cobertura jornalística da confecção. E sorte que tem a colega Sueli para me presentear com uma flor! Fazer curso é bom por isso também: além de aprender, conhecer gente especial.


Sueli e professora Elzinha trabalhando na flor Camélia.